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Constelações Familiares hoje em Sorocaba

Gostaria de convidar meus amigos(as) à participar e conhecer uma das melhores terapias que já presenciei, que acontecerá hoje (sexta 03/12/10), às 19h no Nataraja em Sorocaba! O evento de hoje conta com a direção de um dos maiores especialistas do assunto no Brasil, o terapeuta Almir Nahas.

A “Constelação Familiar” consiste em um método no qual um cliente apresenta um tema de trabalho e, em seguida, o terapeuta solicita informações factuais sobre a vida de membros de sua família, como mortes precoces, suicídios, assassinatos, doenças graves, casamenos anteriores, número de filhos ou irmãos.

Com base nessas informações, solicita-se ao cliente que escolha entre outros membros do grupo, de preferência estranhos a sua história, alguns para representar membros do grupo familiar ou ele mesmo. Esses representantes são dispostos no espaço de trabalho de forma a representar como o cliente sente que se apresentam as relações entre tais membros. Em seguida, guiado pelas reações desses representantes, pelo conhecimento das “ordens do amor” e pela sua conexão com o sistema familiar do cliente, o terapeuta conduz, quando possível, os representantes até uma imagem de solução onde todos os representantes tenham um lugar e se sintam bem dentro do sistema familiar.

É impressionante! Através dos representantes e a relação dinâmica de tempo, espaço e emoções entre ele, é possível ter um novo entendimento sistemico do que está ocorrendo na vida do paciente.

Participe uma vez! O evento de hoje é gratuíto para quem quiser participar como representante. Você também pode contribuir com até R$ 30,00 se desejar.

Veja o endereço e outras informações no site do Nataraja.

Um artigo que aborda a questão da doença a partir do pensamento sistemico

Hoje tive a feliz surpresa de me deparar na Web com mais uma brasileira que trabalha com saúde a partir do pensamento sistemico e cita por muitas vezes Morin e Maturana.

É a fisioterapeuta Laura Patrício de Arruda que entre outros artigos escreveu este que aborda a questão da doença, chamado “O profissional da saúde e os dois lados da doença: da exclusão ao empoderamento do sujeito”

Entre os trechos que mais gostei é um que mexeu com um paradigma muito sutil em relação a questão da recuperação de uma doença, nesta frase do artigo:

“Partindo do pressuposto de que a doença implica, inevitavelmente, uma crise para o doente, sobretudo acerca do seu papel social, um processo de cura não pode ser somente um retorno linear a um estado anterior, mas sim um restabelecimento de uma nova harmonia, que compreende as cicatrizes do estar, ou do ter estado doente”

O Link original para o artigo

PDF armezado aqui no meu site

Gripado mais uma vez

Pois é meus amigos, fiquei gripado mais uma vez. To melhorando já, mas to registrando pra entender melhor meu organismo. A última vez que fique com algo assim faz um mês e meio, em 3 de Junho tive um resfriado. Antes disso, tive uma gripe meio forte, como esta que tive agora em Setembro do ano passado.

Onde vou chegar com esta observação eu não sei, mas por enquanto vou continuar a observar 🙂

E por enquanto estimo melhoras pra mim ..rs..

Emocionar-se é…

…agir dentro de um certo domínio de ações definidas por certas disposições corporais dinâmicas!

Talvez não seja uma definição bonita ou poética que se possa dar a algo tão belo quanto o fato de “emocionar-se”. Esta é uma definição sobre a ótica da biologia que tirei da leitura de vários materiais sobre as pesquisas de Maturana, que entre outras coisas é biólogo e educador.

Ora, me peguei a observar. Esses dias fui tocar acordeon num barzinho aqui de Sorocaba. Fazia tempo que não tocava em bares e confesso que senti um certo medo misturado com uma certa timidez. Bom, na verdade percebi que estas sensações refletiam na velocidade e qualidade dos meus pensamentos. Refletiam na minha musculatura toda.. meus dedos um tanto trêmulos, uma sensação estranha nos braços e na minha face. Refletiam na forma que eu olhava pras pessoas e recriava aquela sensação e, ao mesmo tempo, tentava me sentir a vontade com fato de que iria tocar dali uns minutos. Como sempre é de acontecer, na hora do show a coisa fluiu muito bem e as emoções que senti foram muito positivas.

Depois de pequena reflexão, me perguntei até se aquela sensação desconfortável inicial não foi, de certa forma, benéfica para o momento em que entrei no palco, já que ela criou uma tensão que se transformou em muita energia na hora de tocar.

Mas perceba: quais são as disposições de seu corpo, de seus músculos e de seus pensamentos quando você está com raiva? Quando você está feliz? Quando está calmo? Quando está apressado? Quais são os líquidos e energias que te movem e quais são as emoções que você percebe?

Bom, é um estudo bem interessante este, por que até uma coisa tão certa quanto o pensamento lógico tem sua base nas emoções. Estive pensando: como planejo meu futuro se estou feliz? Com certeza é diferente de fazer qualquer planejamento com preocupações, sentindo tristeza ou raiva.

O cérebro límbico, que é constituído pelas camadas mais profundas do cérebro humano, “controla” (talvez esta não seja a melhor palavra) as emoções e a fisiologia do corpo. Esta é a parte mais antiga do cérebro de nossa espécie e recebe informações de várias partes do corpo. O Neocórtex, parte do cérebro onde se dão as cognições, se formou ao redor do cérebro límbico durante milhões de anos de evolução e sua estrutura (inclusive de tecidos) é diferente do límbico. Uma das consequencias disto é que diante de uma situação ou de uma ameaça, nosso cerébro límbico reage primeiro que o neocórtex. Bom, pelo que entendo, isto deve significar que sentimos emoções antes de racionalizar as coisas e, por consequência, nossa racionalidade é influênciada por nossas emoções.

Segundo David Servan, doutor em ciências neurocognitivas, o cérebro emocional (límbico) nos dirige rumo as experiências que buscamos e o cognitivo (neurocórtex) tenta fazer com que cheguemos lá do modo mais inteligente possível. Como recebem as informações mais ou menos ao mesmo tempo, eles podem cooperar ou competir entre si sobre o controle do pensamento, das emoções ou do comportamento. O resultado dessa interação determina o que sentimos, nossas relações com o mundo e nossos relacionamento com os outros.

Ainda segundo David Servan, a competição entre os dois cérebros, pouco importa a forma que tome, nos torna, seguramente, infelizes.

Me emociono, logo penso? A verdade é que ainda há muitas coisas a serem descobertas sobre nós, seres humanos!

Gripe novamente

Pois é, to gripado de novo. A última vez, como pude conferir neste post foi no final de maio. 3 meses depois estou aqui novamente com lenços a mão. Bom, não me desanimo. O meu amigo Lourenzo disse que é nessas horas que deveriamos fazer exercícios, por que estranhamente nosso metabolismo é estimulado… disse que é bom chupar sorvete, por que aumenta a vaso constrição na garganta, o que ajuda a desinchar a mesma… disse que é bom ficar em lugares ventilados, por que é menos arriscado de se pegar o vírus ..rs…

Se minha avó ou minha mãe ouvir isto vai dizer que ele é louco… Mas ele tem razão… depois de ficar doente alguns dias na minha última gripe, fui ao médico e ele disse “vida normal cara, faça exercícios físicos, nada de repouso”… é claro que eu não recomendo isso pra ninguém! CONSULTE SEU MÉDICO! Mas pra mim funcionou, foi o único jeito de curar uma tosse que não queria me deixar…

E pra completar, ontem fui fazer minha aula de dança popular…. Suei que nem uma égua e já estava doente há 2 dias.. Estranhamente aquilo fez bem pra mim, senti uma melhora… mas novamente, NÃO RECOMENDO heheheheheheh, vai saber, o corpo de cada um… cada um tem um jeito de se curar… to buscando o meu e acho que to encontrando o caminho.