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LINC volta a ser discutida em audiência pública

Amigos, convido a todos para a audiencia publica desta terça feira.

Estive na primeira e foi uma das poucas vezes que vi uma audiência pública funcionar e gerar resultados. Fiquei muito entusiasmado e compartilha com vocês o desejo de que a gente possa continuar construindo juntos as leis de incentivo a cultura de nossa cidade:

A classe artística e representantes do Poder Público Municipal continuarão a discutir adequações e melhorias na Lei de Incentivo à Cultura (LINC) de Sorocaba a partir das 19h30 desta terça-feira, dia 9, no plenário da Câmara Municipal. Ambas as audiências públicas foram requeridas pelo vereador petista Izídio de Brito.
Durante a primeira discussão, realizada no dia 5 de julho, propostas como desburocratização no processo de inscrição da lei, formas de avaliação, mudanças na formação da Comissão de Desenvolvimento Cultural (CDC), distribuição de verbas e prazos de entrega, entre outros pontos, foram apresentados e debatidos.
Na oportunidade, participaram cerca de cem artistas, o presidente do CDC, Werinton Kermes, e o secretário Municipal de Cultura, Anderson Santos, que se comprometeu em convidar o secretário Luiz Angelo Verrone Quilici, de Negócios Jurídicos, para prestar orientação jurídica quanto às sugestões.
Durante a segunda audiência pública, os participantes tendem a apresentar e discutir mais propostas e amarrá-las para, posteriormente, enviar o novo texto à Comissão. A discussão será aberta ao público interessado e transmitida ao vivo pela TV Legislativa e pelo site da Câmara Municipal de Sorocaba.
Créditos: Luciano Quirino/ SECOM CMS

Retrospectiva da obra de Yoko Ono em São Paulo


yoko ono
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Ontem enquanto dava uma passeada no centro de São Paulo, dei um pulinho até o Centro Cultural do Banco do Brasil e pude desfrutar de algumas obras de Yoko Ono.

O que mais me impressionou, foi o nível de reflexão e prazer que algumas de suas obras propiciam.

Vale a pena uma visita! Pra quem não sabe, o Centro Cultural do Banco do Brasil fica na rua Álvares Penteado (esquina com a rua da Quitanda), no centro velho da cidade. O acesso pode ser feito pelo metrô, utilizando as estações Sé e São Bento.

A entrada é gratuíta e a exposição fica lá até dia 3 de fevereiro de 2008.

PASSALÁ!

Teia 2007 e o jornalismo cultural independente

“Um dia o povo brasileiro vai parar de procurar a teia do Homem Aranha e vai dar mais atenção pra Teia da cultura brasileira…”

hehehehe Lenda ou não, dizem que esta foi a última fala do presidente Lula durante a abertura da Teia 2007, evento que reuniu vários pontos de cultura durante 5 dias em Belo Horizonte, pra discutir as políticas relacionadas ao programa cultura viva do ministério da Cultura e para apresentar seus trabalhos culturais (danças, artesanatos, músicas, ações, teatro etc.).

Eu fui a trabalho, mas confesso que me diverti bastante, afinal, quem disse que trabalho significa dor 🙂 Dancei frevo, maracatú, moçambique, cavalo-marinho, jongo e ciranda.

A Papagallis, empresa em que trabalho, foi até lá pra realizar junto a outros atores uma oficina de jornalismo cultural independente. Realizamos um trabalho de 10 dias com 100 pessoas, dentre delas estavam jornalistas, fotógrafos, estudantes de jornalismos, ativistas, malucos etc. Fizemos dois dias de World Café com essa galera pra criar um sentimento de grupo e responder perguntas como “O que é Jornalismo Cultural independente?” e “Como fazer isto?”.

Bom, as várias respostas e novas perguntas vieram do próprio grupo. Fizemos então uma pequena desconferência onde alguns meios de realizar a cobertura independente e ao mesmo tempo compartilhada foram apresentadas e propostas.

O coletivo 100canais do qual faço parte, apresentou a agência Teia, uma proposta de agência de notícias colaborativa que permite uma agregação inteligente de notícias publicadas em blogs pessoais (de diversos jornalistas) através de TAG’s combinadas para um determinado evento, bem como a discussão pública de pautas e divisão da cobertura de maneira orgânica, através de uma rede social formada pelos jornalistas participantes do evento.

Eu dei algumas oficinas a respeito do assunto, tem até um vídeo feito pela Ana Carmem 🙂

Bom, afinal desses dias, algumas pessoas comentaram a respeito do resultado da oficina.. é melhor ouvir a opinião delas primeiro:

http://papagallis.com.br/2007/11/06/comentarios-sobre-nossa-ativacao-na-teia-2007/

Da minha parte, antes de falar qualquer coisa a respeito sobre jornalismo, coloco minha satisfação e minha crença cada vez maior nas conversações, no diálogo, nas ferramentas sociais como o world café, o círculo, o Open Space/Desconferência. Meu sentimento após essa imersão de duas semanas utilizando essas técnicas participativas, é de que conversar vale a pena.
Quem está dizendo isto é um cara bem introvertido!