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World Café: Despertando a inteligência coletiva e ações com envolvimento e empenho coletivo.

collective-intelligence-book-jacket.jpgOs co-inventores do World Café Juanita Brown e David Isaacs, escreveram um capítulo sobre a técnica no livro Collective Intelligence (Inteligência Coletiva), editado por Robert Steele. Vale a pena dar uma lida no PDF do capítulo que está disponível para download no link abaixo:

Collective-Intelligence-Chapter.pdf

O subtítulo do capítulo que fala sobre o World Café é “Despertando a inteligência coletiva e ações com envolvimento e empenho coletivo.”

Taí uma boa definição (uma entre muitas) do que um World Café proporciona!

World Café – Como se prepara?

Após ajudar na produção de alguns encontros ao estilo World Café, resolvi iniciar um artigo na Wiki da Papagallis que, pra quem não sabe, é a empresa onde trabalho. O artigo está no início ainda, ótimo pra quem quiser colaborar com o mesmo!

O endereço é:

http://wiki.papagallis.com.br/World_Café

Comecei um outro artigo também que fala sobre o que é preciso para produzir um encontro no estilo World Café. É uma coisa meio pratica.  Este texto está bem cru ainda:

http://wiki.papagallis.com.br/O_que_é_necessário_para_realizar_um_World_Café

Só pra lembrar, to começando a organizar este conhecimento ainda, na medida do tempo que tenho entre um café e outro. A Ligia da Papagallis também tá ajudando 🙂

Teia 2007 e o jornalismo cultural independente

“Um dia o povo brasileiro vai parar de procurar a teia do Homem Aranha e vai dar mais atenção pra Teia da cultura brasileira…”

hehehehe Lenda ou não, dizem que esta foi a última fala do presidente Lula durante a abertura da Teia 2007, evento que reuniu vários pontos de cultura durante 5 dias em Belo Horizonte, pra discutir as políticas relacionadas ao programa cultura viva do ministério da Cultura e para apresentar seus trabalhos culturais (danças, artesanatos, músicas, ações, teatro etc.).

Eu fui a trabalho, mas confesso que me diverti bastante, afinal, quem disse que trabalho significa dor 🙂 Dancei frevo, maracatú, moçambique, cavalo-marinho, jongo e ciranda.

A Papagallis, empresa em que trabalho, foi até lá pra realizar junto a outros atores uma oficina de jornalismo cultural independente. Realizamos um trabalho de 10 dias com 100 pessoas, dentre delas estavam jornalistas, fotógrafos, estudantes de jornalismos, ativistas, malucos etc. Fizemos dois dias de World Café com essa galera pra criar um sentimento de grupo e responder perguntas como “O que é Jornalismo Cultural independente?” e “Como fazer isto?”.

Bom, as várias respostas e novas perguntas vieram do próprio grupo. Fizemos então uma pequena desconferência onde alguns meios de realizar a cobertura independente e ao mesmo tempo compartilhada foram apresentadas e propostas.

O coletivo 100canais do qual faço parte, apresentou a agência Teia, uma proposta de agência de notícias colaborativa que permite uma agregação inteligente de notícias publicadas em blogs pessoais (de diversos jornalistas) através de TAG’s combinadas para um determinado evento, bem como a discussão pública de pautas e divisão da cobertura de maneira orgânica, através de uma rede social formada pelos jornalistas participantes do evento.

Eu dei algumas oficinas a respeito do assunto, tem até um vídeo feito pela Ana Carmem 🙂

Bom, afinal desses dias, algumas pessoas comentaram a respeito do resultado da oficina.. é melhor ouvir a opinião delas primeiro:

http://papagallis.com.br/2007/11/06/comentarios-sobre-nossa-ativacao-na-teia-2007/

Da minha parte, antes de falar qualquer coisa a respeito sobre jornalismo, coloco minha satisfação e minha crença cada vez maior nas conversações, no diálogo, nas ferramentas sociais como o world café, o círculo, o Open Space/Desconferência. Meu sentimento após essa imersão de duas semanas utilizando essas técnicas participativas, é de que conversar vale a pena.
Quem está dizendo isto é um cara bem introvertido!